Radiografia (RX) : Preciso mesmo fazer este exame?


Hoje em dia muitos pacientes questionam a real necessidade da radiografia do ombro e cotovelo, haja vista termos exames teoricamente superiores como o ultrassom (USG), a tomografia computadorizada (TAC) e, até o exame mais completo que é a ressonância nuclear magnética (RM).

A primeira pergunta feita pelo paciente é: se eu não tive trauma e meu osso está bom, por que o RX?

A radiografia é um exame rápido, disponível e que já leva a um diagnóstico inicial que permite um norte e um tratamento imediato. O próprio ortopedista analisa o exame mesmo sem o laudo definitivo.

Várias patologias são confirmadas ou até mesmo excluídas apenas com a presença de um RX bem indicado e realizado: tendinite calcária, lesões graves do manguito rotador e até tumores ósseos.

Outras doenças trazem a classificação e tratamento baseadas na radiografia. Entre elas a artrose e diversos tipos de fraturas e luxações. O seguimento e controle das doenças também se faz importante: a consolidação óssea, na posição de âncoras e parafusos, na evidência de cura das calcificações.

Assim a radiografia faz parte do pedido médico de todo diagnóstico e deve sim ser solicitada nas diversas incidências.

São tantas as posições existentes que atualmente se divide as radiografias a depender do sintoma e patologia estudados: séries de radiografias da dor, do trauma e da instabilidade do ombro.

Curiosidades: nas crianças e adolescentes, em quem as quedas são frequentes, as radiografias comparativas dos lados esquerdo e direito conseguem distinguir as fraturas despercebidas das diversas cartilagens de crescimento presentes. Este artifício é muito utilizado na articulação do cotovelo como padrão de diagnóstico.

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